Separadas por 31 anos, as maiores greves do transporte coletivo retratam uma Campo Grande bem diferente. Em 1994, quando aconteceu paralisação por 72 horas, na gestão do prefeito Juvêncio César da Fonseca (já falecido), o passe era uma moedinha verde, a média de passageiros era de 300 mil por dia (agora são 100 mil) e todos os ônibus tinham motorista e cobrador. As memórias desse passado, há três décadas, vêm de postagens no Facebook. Em 1994, a greve pegou os passageiros de surpresa, com veículos parados no Centro de Campo Grande... Читать дальше...