“Temos todos as mesmas 24 horas, mas o tempo de uns vale mais do que o de outros”: entrevista à socióloga Emília Rodrigues
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Vivemos uma era de aceleração contínua, onde até o descanso é cronometrado e a lentidão é vista como falha. O tempo, embora aparentemente igual para todos, tornou-se um bem escasso, mal distribuído e desigualmente valorizado. Em entrevista, a socióloga Emília Rodrigues alerta para os riscos – dos pessoais aos democráticos – de uma sociedade que só sabe viver com pressa
