A maioria das crianças com
microcefalia associada ao vírus zika no Brasil apresenta um conjunto de
sequelas neurológicas e sensoriais que impactam o desenvolvimento e aumentam o risco de morte. Um estudo da
Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz),
publicado na revista Plos Global Public Health, mostrou que mais da metade dos pacientes apresentou epilepsia e déficit de atenção social e até 67% tiveram alterações oftalmológicas. Além disso, cerca de 80% apresentavam calcificações cerebrais em exames de imagem.
Leia mais (01/08/2026 - 17h45)