Jorge Pinto apela ao voto, mas admite escolha na “segunda ou até quinta opção, por medo”
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Candidato apoiado pelo Livre insiste que não desistiu nem apelou no voto em António José Seguro, mas insiste que é "legítimo" votar por "medo". Aos eleitores, pede que "oiçam" quem vai defender e quem vai atacar a Constituição. Defende ainda que o Presidente condene os casos de tortura nas esquadras de Lisboa e chame as altas patentes da PSP e GNR
