Em 2024, o Brasil se tornou o terceiro maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo, com US$ 37,4 bilhões em vendas, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, segundo a Euromonitor. O número também descreve um padrão de comportamento no qual milhões de decisões individuais transformaram a aparência em um dos maiores mercados do país. Esse movimento não se explica apenas por redes sociais ou marketing de
influenciadores; há também um componente econômico: a percepção de que a boa aparência gera ganhos, inclusive no mercado de trabalho.
Leia mais (01/23/2026 - 17h00)