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Na divisa de MS, quanto custa ser bacana no "resort do Toffoli"?

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Na última semana, o resort de luxo Tayayá entrou no centro de uma grande polêmica ao ser associado ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, e à irregularidades que estão sob investigação. Mas, para quem só quer relaxar ou conhecer o local, o espaço fica pertinho de Mato Grosso do Sul e dá pra passar um fim de semana de patrão por lá. Pra isso, claro, tem que ter fôlego financeiro porque duas diárias não saem menos que R$ 4 mil. Localizado em Ribeirão Claro, no Paraná, o Tayayá fica a 9 horas de carro partindo de Campo Grande e a 6 horas de Bataguassu. E apesar dos valores altos, a demanda é grande. Todos os fins de semana de fevereiro estão esgotados, e só há disponibilidade apenas a partir dos fins de semana de março. Os valores não são para qualquer bolso. Para um fim de semana de duas diárias, os preços variam conforme o tipo de acomodação, sempre com todas as refeições incluídas. Um chalé de um quarto, com cerca de 60 metros quadrados, equipado com cama de casal, dois sofás-cama, banheiro privativo, Wi-Fi gratuito, frigobar, TV de tela plana e vista para o jardim, custa R$ 3.982 para duas diárias, mais R$ 159,28 em impostos e taxas. A acomodação inclui ainda uma vaga de estacionamento e produtos de higiene pessoal. Já o quarto standard com varanda, que tem aproximadamente 40 metros quadrados, vista para lago, piscina, rio e montanha, ar-condicionado, banheiro privativo e Wi-Fi, sai ainda mais caro. O preço para o mesmo período é de R$ 4.380, além de R$ 175,20 em impostos e taxas. Há também opção de chalé menor, com 47 metros quadrados, cama de casal, dois sofás-cama, vista para o jardim e para a montanha, com valor semelhante ao do chalé maior, R$ 3.982 por duas diárias, mais taxas. Na plataforma de hospedagens Booking, o Tayayá é avaliado com nota 9.2, considerada excelente. Na descrição, o resort informa que, além dos restaurantes, tem quadra de tênis, academia, salão de jogos, lojas, além de atividades no entorno, como pesca, trilhas e canoagem. Outro detalhe em destaque é a privacidade do espaço, que fica às marges da rodovia LZ 412, A 50 km do Centro de Ourinhos e a 9 km do Centro de Ribeirão Claro. A polêmica envolve o ministro Dias Toffoli e o resort por causa de relações entre o empreendimento e familiares e investidores ligados a grupos sob investigação. A frequente presença do ministro no local e seus encontros com empresários de destaque têm levantado questionamentos sobre eventual conflito de interesses, enquanto ele é relator de casos sensíveis, como o do Banco Master no STF. O resort, que teve cotas de irmãos e um primo de Toffoli, foi vendido a um advogado ligado ao grupo J&F por meio de um fundo do banco Master. Existe ainda a suspeita de que no local teriam funcionado espaços de jogos de apostas que estão sendo alvo de representação noMinistério Público do Paraná. Acompanhe o  Lado B  no Instagram @ladobcgoficial , Facebook e  Twitter . Tem pauta para sugerir? Mande nas redes sociais ou no Direto das Ruas através do WhatsApp  (67) 99669-9563 (chame aqui) . Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para entrar na lista VIP do Campo Grande News .














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