Pedro, ex-BBB 26, é indiciado por importunação sexual
A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro concluiu o indiciamento de Pedro Henrique Espíndola, que participou do Big Brother Brasil 26, sob acusação de importunação sexual. A decisão foi divulgada nesta sexta-feira (6) e se refere a um episódio ocorrido durante o confinamento, envolvendo a participante Jordana.
O inquérito ficou a cargo da Delegacia de Atendimento à Mulher de Jacarepaguá. A apuração teve como base a perícia das imagens do programa, que foram analisadas tecnicamente pelos investigadores. Segundo a polícia, mesmo sem conseguir ouvir o investigado formalmente, os elementos reunidos — incluindo os registros em vídeo e os laudos produzidos — foram considerados suficientes para apontar a prática do crime e a autoria.
Conforme a corporação, as cenas que embasaram o caso mostram o momento em que o então participante tenta beijar a colega de confinamento sem que ela tenha demonstrado consentimento. Pela legislação brasileira, esse tipo de conduta se enquadra como importunação sexual.
A Polícia Civil destacou que a investigação seguiu os procedimentos legais e critérios técnicos, sem influência da visibilidade pública do caso. O relatório final foi enviado ao Ministério Público, que vai decidir sobre eventual denúncia à Justiça.
Após deixar o reality, Pedro gravou um depoimento exibido pelo programa, no qual afirmou ter interpretado a situação de forma equivocada e admitiu que a iniciativa do beijo partiu dele. A produção informou que ofereceu suporte à participante.
Na edição ao vivo em que a saída foi comunicada, o apresentador Tadeu Schmidt declarou que comportamentos dessa natureza são inadmissíveis e que medidas seriam tomadas independentemente da desistência do participante.
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