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Semed admite ajustes e diz que maioria das escolas já tem apoio especializado

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A Semed (Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande) informou que a maior parte das escolas da Rede Municipal já conta com profissionais de APE (Apoio Pedagógico Especializado) para atendimento aos alunos da educação especial e que eventuais ausências registradas no início do ano letivo decorrem de ajustes administrativos e transições de profissionais. Em nota, a secretaria não informou o número de escolas e de profissionais já em atendimento, mas garantiu que medidas estão sendo adotadas para regularizar as situações pontuais “o mais breve possível”, a fim de assegurar a continuidade e a qualidade do atendimento aos estudantes. Entre os alunos sem assistência estão o filho e o neto de uma moradora do Jardim Noroeste, em Campo Grande. Segundo ela, eles ficaram sem profissionais de apoio na segunda-feira (9) e na terça-feira (11), na Escola Municipal Professora Ione Catarina Gianotti Igydio. A moradora relata que os meninos foram direcionados para a sala de recursos, onde teriam permanecido com outras 50 crianças atípicas, sob os cuidados de uma única professora. Nesta quarta-feira (11), conforme o relato, eles passaram a contar com o auxílio de um profissional, mas a escola informou que se trata de um professor provisório, que poderá ser substituído ao longo do ano. O filho tem 8 anos e cursa o 3º ano. No entanto, a mãe o classifica como uma criança difícil para lidar e que precisa de um profissional especializado e permanente. O menino é autista nível 3, é verbal e tem TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e TOD (Transtorno Opositivo Desafiador). Já o neto, também acompanhado por profissional provisório, ingressou nesta semana no 1º ano do ensino fundamental. Ele tem 7 anos, é autista nível 3 e não verbal. Caso semelhante vive um estudante de 10 anos, matriculado no 5º ano da Escola Municipal Rafaela Abrão, o CAIC (Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente), no Bairro Aero Rancho. A mãe, Lili Dayane Ricaldi, informou que o filho tem recebido apoio pedagógico de professores que se revezam. Segundo ela, de segunda-feira até hoje, três profissionais diferentes passaram pelo atendimento, que também é dividido com outras duas crianças da sala. Diagnosticado com espinha bífida, mielomeningocele e transtorno do espectro autista, o menino utiliza sonda para cateterismo devido à disfunção na bexiga. “Meu filho precisa passar a sonda para urinar, então precisa de alguém que o acompanhe”, afirma a mãe. Na escola, segundo Lili Dayane, professores informaram que em março haverá seletiva para professores e auxiliares, que provavelmente devem assumir o cargo em abril. De acordo com Michelle Dibo Nacer Hindo, voluntária da Comissão de Educação da Prodtea (Associação de Pais e Responsáveis Pelas Pessoas no Espectro Autista) e secretária da Associação de Pais e Mestres da instituição, muitas escolas estão sem APE e, para dar visibilidade ao problema, mães ativistas criaram a iniciativa “Ronda Escolar 2026” nas redes sociais, que reúne denúncias sobre escolas onde ainda faltam profissionais de apoio para crianças atípicas. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas  redes sociais .














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