"Qual é a hora que você espera?", pergunta a professora para a sala apertada com cerca de 30 alunos, todos haitianos, em que as carteiras dividem espaço com o lanche -sanduíches de presunto e chá-, carrinhos de bebê e uma criança que corre de um lado para o outro no curto espaço próximo à lousa.
Leia mais (06/20/2019 - 17h55)