Leos Janácek era uma pessoa bizarra. O compositor tcheco velou a filha no leito de morte, anotando numa caderneta o ritmo de sua respiração, cada vez mais lenta. Era um hábito antigo. Ele perambulava pela cidade, documentando o som dos pássaros e o ritmo da fala dos transeuntes. Não à toa, sua ópera "A Raposinha Astuta", composta há cem anos e que estreia nesta sexta-feira (21), no
Theatro São Pedro, se alicerça no som da orquestra.
Leia mais (07/20/2023 - 18h25)