Desde terça-feira, centenas de músicos ficaram sem espaço para ensaiar e gravar nas salas que habitualmente ocupavam na Rua do Heroísmo, no Porto. Músicos que ali tinham um lugar privilegiado de criação, como a rapper Capicua ou Adolfo Luxúria Canibal, que com os Mão Morta lá gravou um álbum inteiro, falam de uma “joia única” a nível europeu, avançam ideias e reagem às propostas da Câmara do Porto. Mas, acima de tudo, querem o STOP de volta