A ditadura de Maduro sofreu, em Bruxelas, sua mais dura derrota diplomática. A declaração conjunta que apela por "eleições justas, transparentes e inclusivas, que permitam a participação de todos que desejem, com acompanhamento internacional" é o contrário do pleito farsesco preparado pelo regime venezuelano, que inabilitou os três principais líderes oposicionistas e anunciou um veto à presença de observadores europeus. Brasil, Argentina e Colômbia, governados pela esquerda, assinaram o texto ao lado da França e da União Europeia.
Leia mais (07/21/2023 - 15h54)