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Mato Grosso do Sul terá ano de clima imprevisível e calor acima da média

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Mato Grosso do Sul deve começar 2026 mais quente. Normalmente, a média fica entre 28°C e 30°C, mas o prognóstico para o verão indica elevação entre 0,5°C e 1°C, segundo dados do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). De acordo com o meteorologista Glauber Ferreira, não é possível prever a ocorrência de ondas de calor, mas a tendência é de um trimestre mais quente. “As temperaturas tendem a permanecer acima da média em toda a região, podendo ficar até 1,0°C acima da média histórica, com valores que podem ultrapassar os 28°C, principalmente em áreas do sul de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul”, aponta publicação do instituto. Sem a atuação dos fenômenos El Niño e La Niña, Mato Grosso do Sul, assim como o restante do Brasil, ficará mais dependente de variáveis climáticas regionais. Entre elas estão a ZCAS (Zona de Convergência do Atlântico Sul), responsável pelo transporte de umidade da Amazônia; os sistemas convectivos tropicais, que provocam as típicas tempestades de verão; e a circulação associada ao Atlântico Tropical, relacionada à temperatura e aos ventos vindos do oceano. Com isso, o clima no Estado tende a se tornar mais imprevisível, sendo fortemente influenciado por fatores locais. O cenário é de grande variação espacial: enquanto uma cidade pode registrar chuvas intensas, municípios vizinhos podem enfrentar calor extremo e períodos de seca. “Assim, os impactos climáticos sobre o Brasil tendem a apresentar distribuição espacial heterogênea, o que requer monitoramento contínuo das condições observadas e atualizações frequentes das previsões climáticas, especialmente nas principais regiões produtoras”, destaca o Inmet. Chuva  – Os volumes de chuva devem ficar próximos ou acima da média em grande parte de Mato Grosso do Sul, com possibilidade de ficarem abaixo do esperado no noroeste do Estado. Essa média varia de 140 mm a 260 mm para cada mês, sendo o mês de janeiro o que deve apresentar maior quantidade de precipitação. Para a agricultura, o cenário é positivo. Segundo boletim do instituto, em janeiro de 2026 “prevê-se que os níveis de armazenamento hídrico podem ultrapassar os 80% em quase todo o Centro-Oeste”. Esse quadro deve garantir umidade adequada no solo, favorecendo o plantio e o estabelecimento das lavouras de soja e milho da primeira safra, além de contribuir para a germinação, o desenvolvimento inicial das plantas e a recuperação de pastagens. Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas  redes sociais .














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