A pergunta "foi um humano ou foi uma
inteligência artificial?" tornou-se a nova tchutchuca dos salões da cultura contemporânea, mas só serve para provocar espanto, gerar cliques e alimentar a falsa ideia de que estamos diante de um duelo histórico. Não estamos. O
confronto não é entre inteligência artificial e
literatura. É entre literatura e a sua própria acomodação estética.
Leia mais (01/04/2026 - 22h00)