Casal 20 - A esposa do senador Nelsinho Trad começou 2026 investindo em comunicação nas redes sociais. Depois de estrear com podcast "Podconfessar", agora explora os conhecimentos do marido parlamentar com o quadro "Esposa pergunta, senador responde", no Instagram. Os dois primeiros temas abordados foram Parlasul e dosimetria de pena aos condenados por tentativa de golpe de estado. Sem diálogo – A Comissão Especial do IPTU desistiu de negociar com a Prefeitura para barrar o reajuste do imposto e a retirada do desconto de 20%. Em coletiva realizada ontem (9), o vereador Rafael Tavares (PL) afirmou que as tratativas foram encerradas sem avanço. A comissão deve se reunir na próxima segunda-feira (12) para definir os próximos passos. Ele também defendeu a possibilidade de sessão extraordinária segue em discussão, mesmo com vereadores ainda em recesso, que poderão participar de forma remota. Unanimidade? – Mesmo com dois projetos em tramitação que também tentam barrar o reajuste, um da vereadora Luíza Ribeiro (PT) e outro do vereador Landmark Rios (PT), Tavares disse que a intenção é elaborar um decreto legislativo ou projeto complementar a ser encaminhado pela Mesa Diretora. Segundo ele, há apoio unânime dos vereadores com quem conversou; no entanto, a decisão final depende da convocação pela Mesa Diretora da Câmara. “A Casa precisa se posicionar”, defendeu. Sem paciência - Bem longe de Campo Grande, o presidente da Câmara, vereador Epaminondas Papy, descartou a possibilidade de uma sessão extraordinária na próxima semana. Ele ainda curte as férias com a família nos Estados Unidos. Segundo Papy, a Comissão "perdeu a paciência" com a prefeitura, mas ele ainda não. O vereador quer continuar com as conversas abertas. A distância - Sobre a possibilidade de sessão extraordinária, ele reforçou que a medida não está descartada. O pedido foi feito no início da semana pela vereadora Luíza e reforçado nesta quinta-feira por Rafael Tavares, presidente da comissão do IPTU. No entanto, Papy afirmou que prefere dar espaço às negociações, já que o diálogo com o Executivo foi retomado. Pontos de vista - Após os países da União Europeia darem aval ao acordo de livre comércio com o Mercosul, cuja assinatura está prevista para o próximo dia 17 e ainda dependerá da aprovação dos congressos nacionais, o tema passou a dividir opiniões no Brasil. Enquanto a oposição critica a condução do governo Lula, apontando fragilidade diplomática, excesso de restrições e riscos ao setor agropecuário, aliados do Planalto defendem o tratado como um marco histórico, capaz de ampliar mercados, atrair investimentos, estimular a concorrência e impulsionar o crescimento econômico. Morde - O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL), presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, criticou duramente a condução do governo Lula nas negociações do acordo Mercosul–União Europeia, afirmando que faltaram firmeza, técnica e defesa dos interesses nacionais. Segundo ele, o governo criou expectativas de um acordo de livre-comércio que não se concretizou, resultando em um texto com excessivas salvaguardas e restrições, além de demonstrar fragilidade diplomática, evidenciada até pela oposição da França ao acordo. Nogueira defendeu que qualquer avanço só deve ocorrer após uma revisão profunda do texto, garantindo equilíbrio, reciprocidade e proteção aos produtores brasileiros. Assopra - Em contrapartida, a ministra Simone Tebet (MDB), elogiou o acordo Mercosul–União Europeia, classificando-o como um marco histórico para o multilateralismo e um dos movimentos econômicos mais relevantes das últimas décadas para o Brasil e o bloco. Segundo ela, o acordo ampliará o acesso a grandes mercados consumidores, atrairá investimentos, fortalecerá a integração entre os países e aumentará a oferta de produtos, estimulando a concorrência e contribuindo para a redução da inflação, ao mesmo tempo em que impulsiona o crescimento econômico. Data delas - Lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva instituiu 17 de outubro como o Dia Nacional de Luto e de Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio, data que remete ao assassinato de Eloá Cristina Pimentel, em outubro de 2008. Ela morreu aos 15 anos, após ser mantida refém por cerca de 100 horas pelo ex-namorado Lindemberg Alves, no apartamento onde morava, em Santo André, São Paulo. 39 vítimas - O texto havia sido aprovado pelo Senado e Câmara Federal em novembro, a partir de projeto da senadora Leila Barros (PDT) e entrou em vigor a partir da publicação, nesta sexta-feira (9), no Diário Oficial da União. No ano passado, 39 mulheres foram mortas em Mato Grosso do Sul, vítimas do machismo.