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Com parentes de MT, família madruga na fila para “garimpar” produtos em bazar

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Para aproveitar o bazar da AMA (Associação de Pais e Amigos do Autista), uma família resolveu chegar com três horas de antecedência e madrugar na fila. A enfermeira Danielle Sobrinho, de 40 anos, contou ao Campo Grande News que está desde ontem (9) peregrinando pela cidade para garantir as compras do ano em bazares com produtos da Receita Federal.  Danielle detalhou à reportagem que a família mora no Bairro Tiradentes e precisou acordar por volta de 4h20 para tentar 'garimpar' os melhores produtos logo cedo. "O bazar é uma caixinha de surpresa; vim para ver o que tem por aqui. Às vezes o preço é mais acessível do que em lojas normais, além de ajudar os projetos", disse ela. Junto com a enfermeira, estavam a tia e a sobrinha, que vieram de Tangará da Serra (MT) e Rondônia para passar as férias. A dona de casa Ester Maria Sobrinho de Lima contou que estava curiosa para ver o que tinha disponível. "Lá em Tangaré não tem muitos bazares, é mais loja. Achei muito interessante porque ajuda o projeto. Ontem compramos brinquedos e roupas para casa no outro evento", contou à reportagem. A agente de saúde, Jaqueline Tavares, era uma das últimas da fila no momento em que a reportagem estava no local. "Agora que estamos aqui vamos até o final, desistir não é opção agora. Estamos preparados para fazer um bom negócio. Queremos comprar perfume e celulares", contou. O empresário Neudy Gerolometto, de 65 anos, relata que raramente frequenta bazar, mas dessa vez resolveu acordar cedo para ir até o local. "Achei que o valor dos smartphones não compensou muito. Quando cheguei, havia apenas 15 pessoas na minha frente; como eu li que não seria vendido no atacado, não me preocupei", disse. Neudy acabou comprando 3 moletons para a filha de 19 anos, desodorantes e perfumes. No momento em que a reportagem estava no local, tinha celulares a partir de R$ 450; eram eles: Redmi 10 (128 GB), Poco C71 (64 GB). Havia também Redmi Note 11 (128 GB) por R$ 720; tapetes por R$ 150; fone de ouvido sem fio por R$ 30; capas de celular por R$ 15; meias de lã por R$ 10; casacos por R$ 50. Segundo a presidente da instituição, Neide Salvador Pacheco, de 58 anos, o valor arrecadado no bazar será destinado à manutenção da associação, ao custeio de água e energia elétrica e ao pagamento dos profissionais que ali trabalham. "No último bazar arrecadamos R$ 150 mil, e a expectativa é de que consigamos arrecadar R$ 200 mil. Os celulares são os que mais chamam a atenção nos bazares", contou ela.














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