O negócio é transparente, com regras simples. Aplica-se num CDB por aplicativos bancários que até crianças sabem usar. Caso o banco quebre, o governo intervém, via
Banco Central, e devolve o aplicado pelo
FGC (Fundo Garantidor de Crédito) até o teto de R$ 250 mil por CPF.
Leia mais (01/11/2026 - 15h49)