E se fosse aqui?
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E se fosse nos Açores? Por isso, nos últimos dias, começaram a ouvir-se vozes de vários líderes europeus a colocar uma questão que durante muito tempo pareceu impronunciável: o que pode cada país fazer relativamente às bases militares estrangeiras instaladas no seu território? Que margem existe quando essas bases passam a ser associadas a decisões estratégicas que o próprio Estado não controla, não decide ou não reconhece como suas?
