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Setor rural absorve 75% dos recursos do FCO em Mato Grosso do Sul

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FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste) aplicou R$ 3,24 bilhões em Mato Grosso do Sul em 2025, volume recorde no Estado. O setor rural foi responsável por 75% dos recursos, destinados principalmente a pequenos e médios produtores, enquanto a linha empresarial recebeu 25%. O repasse inicial da Sudeco (Superintendência para o Desenvolvimento do Centro-Oeste) era de R$ 2,7 bilhões, mas foi ajustado para atender a demanda crescente. A maior parte dos recursos do FCO Rural foi usada em correção de solo (17,15%), reforma de pastagens (13,68%), aquisição de matrizes bovinas (12,5%), implantação de sistemas de irrigação (10,59%) e compra de máquinas agrícolas (9,65%). Fruticultura (8,25%) e construção de armazéns (7%) também receberam atenção. O secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, destacou que os investimentos buscam apoiar pequenos empresários e contribuir para a meta do Estado de ser carbono neutro até 2030. O FCO Rural contemplou projetos em todos os municípios de MS, com destaque para Bataguassu (8,58%), Dourados (6,78%), Paranaíba (6,64%), Sidrolândia (6,27%) e Paraíso das Águas (6,18%). Beretta ressaltou o caráter descentralizado dos investimentos, que leva desenvolvimento e renda a cidades menores. Ele também citou o papel da Agraer (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural) na elaboração de projetos para viabilizar o acesso dos pequenos produtores ao financiamento. Na linha empresarial, mini e pequenos empresários receberam 52% dos recursos, enquanto médios e grandes empresários ficaram com 10,6%. Campo Grande concentrou 40% do volume liberado e Dourados outros 13%. Os principais fins do FCO Empresarial foram capital de giro (41,15%), compra de equipamentos (21,82%), construções (13,07%), reformas (8,03%) e aquisição de veículos (6,86%). Para 2026, a Sudeco definiu orçamento de R$ 3,1 bilhões para MS, dividido igualmente entre FCO Rural e FCO Empresarial. O secretário Jaime Verruck afirmou que a meta é garantir a execução plena dos recursos aprovados e aumentar o acesso de pequenos e médios produtores e empresários às linhas de financiamento. Ele destacou também que o Estado será o único da região a necessitar de novos aportes devido à forte demanda do setor. O governo estadual mantém taxas competitivas de juros: cerca de 8,5% ao ano para o setor rural e até 16% para o empresarial. Verruck defendeu a redução dos juros empresariais, alinhando-os às taxas rurais, como estratégia para fortalecer a economia e manter a expansão de indústria e serviços. A Sudeco também ampliou prazos de financiamento para armazenagem, com até 15 anos e cinco anos de carência, e reduziu o valor mínimo de acesso no FCO Empresarial de R$ 20 milhões para R$ 10 milhões.














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