Enquanto o mundo discute políticas de fronteiras e fluxos migratórios, uma
ameaça invisível e muito mais ágil atravessa continentes sem qualquer impedimento: os vírus e bactérias, que encontram abrigo em coberturas vacinais em declínio. Quando um país com a influência e a dimensão dos
Estados Unidos permite a queda na sua imunização infantil,
retirando seis vacinas obrigatórias do seu calendário, o impacto não fica retido em solo americano; ele ressoa como um alerta sanitário global que atinge também o Brasil.
Leia mais (01/20/2026 - 22h00)