Em uma crônica,
Manuel Bandeira escreve que a rua do Curvelo, onde morou de 1920 a 1933, "é uma ruazinha tranquila, e embora a dez minutos do centro da cidade parece um trecho de província. As lavadeiras estendem roupa nos paredões da calçada [...], as crianças brincam de corda, de amarela, de gude, e pela noitinha todos os namorados das redondezas vêm passear por aqui agarradinhos".
Leia mais (01/24/2026 - 07h00)