Presidente do
Banco Central de 1999 a 2002, o
economista Arminio Fraga liderou uma série de intervenções em bancos nos primeiros anos do
Plano Real, incluindo os casos do Bamerindus e do Banestado (Banco do Estado do Paraná). Com experiência acumulada em operações de grande magnitude desse tipo, ele diz que as investigações envolvendo o
Banco Master evidenciam que a autoridade monetária demorou a agir nesse caso. Para Fraga, o BC tinha todas as ferramentas para fiscalizar a instituição financeira, que já dava sinais de problemas há muito tempo.
Leia mais (01/24/2026 - 07h00)