Um remédio analgésico é capaz de baixar a febre e amenizar a dor por um curto período de tempo. Produz, por um instante, alguma sensação de melhora. Mas, quando a causa não é enfrentada, o efeito se esvai e a doença segue avançando. Algo muito semelhante ocorre com os incentivos fiscais no Brasil: geram alívio conjuntural breve, mas não atacam os fatores estruturais que limitam a competitividade e a produtividade da economia.
Leia mais (01/27/2026 - 07h00)