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Manifestantes protestam na Avenida Paulista e pedem prisão de agressores do cão Orelha

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Manifestantes realizaram na manhã deste domingo, 1º, um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, pedindo Justiça pela morte do cão Orelha, vítima de maus-tratos em Santa Catarina. A mobilização ocorreu em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP) e reuniu defensores da causa animal.

Orelha foi agredido na Praia Brava, em Florianópolis, sofreu ferimentos graves e acabou submetido à eutanásia. No ato, os participantes cobraram a responsabilização criminal dos envolvidos e entoaram palavras de ordem em defesa de punições mais severas para crimes de maus-tratos a animais.

Entre os presentes estavam parlamentares ligados à causa animal, como os deputados estaduais Bruno Lima (PP) e Rafael Saraiva (União Brasil), que acompanham o caso na Assembleia Legislativa de São Paulo.

A Polícia Civil de Santa Catarina investiga o espancamento e aponta quatro adolescentes como autores do ato infracional. Dois deles haviam deixado o país em viagem aos Estados Unidos, mas retornaram ao Brasil na última quinta-feira, 29, após o avanço das apurações. Nesta mesma data, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão e recolheu os celulares dos investigados.

Segundo a corporação, houve apoio de monitoramento com a Polícia Federal para acompanhar o retorno dos jovens, que foram intimados a prestar depoimento. Outros dois adolescentes já haviam sido alvo de operação policial no início da semana.

Por se tratar de menores de idade, os nomes e demais dados dos suspeitos não foram divulgados, em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O procedimento foi instaurado pela Delegacia de Atendimento ao Adolescente em Conflito com a Lei da Capital (DEACLE), sem data definida para as oitivas.

Além dos adolescentes, três adultos, dois pais e um tio, foram indiciados por suspeita de coação a testemunha. De acordo com a polícia, um vigilante de condomínio teria sido pressionado por possuir uma imagem que pode ajudar a esclarecer os fatos. A investigação também solicitou laudo pericial para detalhar as circunstâncias da morte de Orelha.

O caso

De acordo com a Polícia Civil, Orelha foi atacado em 4 de janeiro e encontrado ferido por frequentadores da praia. Levado a uma clínica veterinária, o animal não resistiu à gravidade das lesões e foi submetido à eutanásia no dia seguinte. Exames indicaram trauma na cabeça causado por objeto contundente.

As investigações incluem ainda uma tentativa de afogamento de outro cão comunitário, Caramelo, na mesma praia. Não há imagens do momento exato da agressão a Orelha; a identificação dos suspeitos ocorreu a partir da análise de registros da região e de depoimentos. Mais de mil horas de imagens de câmeras de segurança estão sendo avaliadas.

Conhecido e cuidado por moradores e comerciantes locais, Orelha era um cão comunitário da Praia Brava, descrito como dócil e brincalhão. A morte do animal provocou comoção nacional.

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