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Dívidas em atraso crescem 18,82% e Capital supera média nacional

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Campo Grande encerrou dezembro de 2025 com volume de dívidas em atraso acima da média nacional, segundo levantamento do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito). Os dados mostram aumento expressivo no total de débitos e maior concentração de inadimplentes na faixa etária de 30 a 39 anos. O número de consumidores inadimplentes na Capital cresceu 8,42% na comparação entre dezembro de 2024 e o mesmo mês de 2025. O índice ficou acima da média do Centro-Oeste, que registrou 8,07%, e abaixo do percentual nacional, de 10,17%. Na comparação mensal, de novembro para dezembro, o total de devedores subiu 1,23%. O resultado superou a variação regional no período, que foi de 0,82%. O levantamento considera dados consolidados de todas as bases às quais o SPC Brasil tem acesso. O avanço mais expressivo ocorreu no volume de dívidas. Em dezembro, o total de débitos em atraso de moradores de Campo Grande aumentou 18,82% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O percentual superou as médias do Centro-Oeste, com 15,83%, e do Brasil, com 17,14%. De novembro para dezembro, o número de dívidas cresceu 2,63%, mais que o dobro da variação registrada na região. Cada consumidor inadimplente possuía, em média, 2,47 dívidas em atraso, índice acima da média regional, de 2,35, e da nacional, de 2,23. A maior concentração de inadimplentes está na faixa etária de 30 a 39 anos, que representa 26,13% do total. Em seguida aparecem os grupos de 40 a 49 anos, com 22,78%, e de 50 a 64 anos, com 21,69%. A idade média dos devedores é de 45,5 anos. A distribuição por sexo segue equilibrada. As mulheres representam 51,17% dos inadimplentes, enquanto os homens somam 48,83%. Em dezembro, cada consumidor negativado da Capital acumulava, em média, R$ 6.475,72 em dívidas. Do total, 24,04% possuíam débitos de até R$ 500. O percentual sobe para 35,87% quando consideradas dívidas de até R$ 1.000. O tempo médio de atraso é de 29,1 meses, o equivalente a cerca de 2,4 anos. Entre os inadimplentes, 35,66% acumulam dívidas com atraso entre um e três anos. O setor bancário concentra a maior parte das dívidas em atraso em Campo Grande, com 67,6%. Na sequência aparecem contas de água e luz, com 9,06%, comércio, com 8,49%, outros setores, com 11,82%, e comunicação, com 3,03%.














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