Porque é que a extrema-direita tem mais tempo de antena? A investigadora Joana Gonçalves de Sá responde a Daniel Oliveira
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Há anos que discutimos o crescimento da extrema-direita como reflexo de um mal-estar económico e social, entregando-lhe quase sem resistência a representação política do descontentamento. Mas talvez a pergunta decisiva venha antes das urnas: quem decide hoje a forma como nos informamos e quem molda aquilo que queremos saber quando pensamos em política? Joana Gonçalves de Sá responde a Daniel Oliveira, neste Perguntar Não Ofende
