Em 2024, 133 pessoas morreram no
Chile devido a incêndios florestais. À época, a
mudança climática não era responsável pelo evento extremo, mas
um estudo de atribuição alertava para a construção de um ambiente propício a novas
queimadas. Dois anos depois, elas vieram, com um saldo de 23 mortos, centenas de feridos e 52 mil desabrigados.
Leia mais (02/11/2026 - 05h00)