O governo brasileiro não enxerga risco iminente de uma queda do líder de
Cuba, Miguel Díaz-Canel, na esteira das medidas dos
Estados Unidos que visam
sufocar a economia do país. Na visão do Planalto, Cuba passa por uma situação diferente da vivida na Venezuela -onde o agora ex-ditador Nicolás Maduro foi capturado e retirado do poder pelo governo americano- e do Irã, onde houve uma onda de protestos contra o regime dos aiatolás e há pressão de
Donald Trump sobre a teocracia persa. A percepção é de que, em Cuba, não há manifestações amplas de insatisfação da população com o governo.
Leia mais (02/12/2026 - 15h42)