O ganho real na
renda do brasileiro foi tímido desde o início do milênio: média de 1,7% ao ano, entre 2003 e 2025. Por outro lado, a oferta de serviços que não faziam parte do orçamento disparou neste intervalo: celulares (hoje em 97% dos lares), internet (85%), streaming (43%), além de mais gente investindo em educação superior (20,5% da população, contra 7% no início dos anos 2000) e pagando aluguel (23%, contra 12%).
Leia mais (02/15/2026 - 13h00)