O debate sobre
corrupção costuma oscilar entre duas explicações rivais. A mais tradicional entende o problema como resultado de incentivos individuais: agentes públicos e privados se envolvem em práticas ilícitas quando os benefícios esperados superam os riscos de punição. Inspirada na economia do crime, essa perspectiva sustenta que o combate à corrupção exige
elevar os custos do comportamento ilegal. Se a probabilidade de detecção aumenta, e as sanções se tornam críveis, a corrupção deixa de ser uma estratégia racional.
Leia mais (02/15/2026 - 15h00)