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Gerson Claro admite disputar o Senado, mas prioriza eleição de Riedel e Reinaldo

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O presidente da Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), Gerson Claro (PP), afirmou nesta quarta-feira (25), em entrevista ao Campo Grande News , que está disposto a disputar uma das duas vagas ao Senado em 2026. O deputado estadual, no entanto, condicionou qualquer decisão às prioridades do grupo político: a reeleição do governador Eduardo Riedel (PP) e a eleição do ex-governador Reinaldo Azambuja (PL) para a primeira vaga. Segundo ele, o cenário precisa estar definido até 5 de abril. “Dia 6 eu já não quero mais”, declarou. Claro enfatizou que, oficialmente, sua candidatura está colocada para a reeleição como deputado estadual. “Na verdade, eu tenho a candidatura posta à reeleição do deputado estadual”, disse. No entanto, reconhece que existe a possibilidade de o PP disputar uma vaga ao Senado e, nesse caso, coloca-se à disposição. “Eu tenho uma avaliação de que pode surgir a vaga para o PP de Senado. E eu tenho disposição de disputar, desde que seja definido até 5 de abril.” Questionado sobre o desejo pessoal, ele admitiu o peso político do cargo. Ao ser provocado se o Senado seria um dos postos mais desejados da política, respondeu de forma direta: “Eu sinto que é mais que governador”. Apesar disso, fez questão de frisar que a decisão não será movida por ambição individual, mas por estratégia coletiva. “Na realidade, o partido não queria a vaga. Natural, o partido disputa poder. É a aliança que você tem que vai definir se você abre a mão para outra pessoa para poder ampliar o seu leque, ganhar a eleição ou não. É a partir das prioridades.” Para Gerson Claro, o eixo central do projeto político já está estabelecido. “Qual que é a prioridade desse grupo hoje? Eleição do Riedel. A segunda prioridade estabelecida é a eleição do Reinaldo. Então assim, você fica desenhando o cenário para ser mais fácil para esses dois projetos.” Ele reforçou que a definição da segunda vaga ao Senado não será baseada apenas em pesquisas numéricas. “O terceiro, como que vai ser? Vai ser quem ajudar mais para eleger o Riedel e eleger o Reinaldo.” Ao analisar o cenário envolvendo Reinaldo Azambuja, Claro ponderou que as movimentações partidárias impactam diretamente na composição eleitoral. Ele citou a mudança do ex-governador para o PL e os reflexos dessa decisão. “O Reinaldo filiou no PL. Quando filiou tinha cerca de 30%. Perdeu uma série de números.” Para ele, a composição de chapa precisa ser avaliada sob o ponto de vista do segundo voto ao Senado. “O eleitor do Contar que nós conhecemos, ele vota no Reinaldo? A pesquisa vai indicar isso. Então o Reinaldo, o que ele ganha em si de ter um parceiro de chapa que não traz o eleitor para ele? Não ganha o segundo voto, né?” Por isso, o presidente da Alems defende que o desenho eleitoral para a disputa da segunda vaga ao Senado deve considerar como facilitar a eleição do ex-governador. “Então assim, o cenário que vai ser desenhado é como que eu facilito essa eleição para o Reinaldo.” Força do PP no Estado - Gerson Claro sustenta que o PP vive um momento de força política e protagonismo em Mato Grosso do Sul. “Nós temos a maior força política, que é o PP. Tem o governador, tem a Rose que disputou Campo Grande, tem a prefeitura de Campo Grande.” Ele destacou ainda que o partido administra grandes municípios e possui presença estratégica no Estado. Além disso, lembrou sua posição institucional. “Queira ou não queira, eu sou o presidente da Assembleia.” Segundo ele, há um relacionamento político consolidado com os deputados estaduais. “Nós temos um relacionamento político com os deputados muito forte. E os deputados, por gostar de mim ou por não querer eu mais lá para não disputar a mesa, têm interesse na minha eleição.” Mesmo reconhecendo esse cenário favorável, reafirmou que tudo depende da estratégia coletiva. “Pode acontecer de eu disputar o Senado, nesse cenário.” Influência da eleição nacional - Para Claro, a eleição de 2026 será fortemente influenciada pelo cenário nacional. “Eu falo que a eleição nacional vai influenciar muito nessa eleição estadual. Diferente da eleição municipal, que o debate é mais local.” Ele citou que a disputa envolve Câmara Federal, Senado e Presidência da República, o que amplia o impacto das alianças nacionais sobre os Estados. Entre os fatores que podem alterar o tabuleiro, mencionou a possibilidade de a senadora Tereza Cristina (PP) compor como vice em uma chapa presidencial. “Se a Tereza for vice do Flávio, ela é do PP, o Riedel é do PP e influencia diretamente aqui no Estado.” Nesse caso, segundo ele, haveria reflexo imediato na composição do Senado. “Se ela for vice, naturalmente um do PL que já vira senador, que é o suplente dela. Então ela já dá um senador pro PL.” E completou: “Ela não pode cobrar de ter um senador dela. Então tudo isso vai ser desenhado agora.” No plano ideológico, reforçou que o projeto eleitoral do grupo em Mato Grosso do Sul é contrário ao PT. “Aqui o nosso projeto fomos 100% contra o PT de maneira geral na última eleição.” Ele ponderou que o PT participou da gestão em determinado período, mas diferenciou gestão de projeto eleitoral. “O PT participou da gestão no período lá, eu não vejo problema com isso. [...] Mas o projeto político eleitoral é contra o PT.” Apoio consolidado a Reinaldo  -   Gerson Claro afirmou que o apoio à candidatura de Reinaldo ao Senado já está consolidado no âmbito estadual e discutido com a direção nacional. Segundo ele, há compromisso firmado com o governador e com Tereza Cristina. “O Riedel ele é o nosso candidato a governador à eleição. E o Reinaldo está no mesmo campo do PP. E o Reinaldo tem um compromisso do governador e da Tereza, nosso também, estabelecido.” Ele reconhece que interesses nacionais e federativos entram na balança, mas reforça que o acordo local já foi tratado. “Mas esse apoio ao Reinaldo já é consolidado, a Tereza já levou discutir com a Nacional e já está tudo certo.” Ao mesmo tempo, mantém cautela sobre o dinamismo da política. “A gente fala o hoje, o Senado de hoje, mas aí bate um vento na nuvem, acontece um fato novo. Então, política, a gente faz a leitura a partir do que tem hoje colocado.” Avaliação do governo Riedel - Ao justificar a prioridade na reeleição de Eduardo Riedel, Gerson Claro apontou resultados da atual gestão. “Nós temos um governador que tem uma boa avaliação. Nós temos um projeto de governo que deu resultado, entregou resultado.” Ele citou a política municipalista, os investimentos em saneamento — com previsão de universalização —, a regionalização da saúde com hospitais em Três Lagoas e Dourados, além do crescimento do asfalto, redução do desemprego e fortalecimento industrial. “Você começa a mudar a cara do Estado e começa a ter, além de uma credibilidade, a economia vive muito de confiança.” Segundo ele, fora de Mato Grosso do Sul há percepção positiva do Estado. “Se a gente conversa fora do Mato Grosso do Sul com empresários, com políticos, com os presidentes, os deputados que vivem de fora, é um índice de confiança muito grande no Mato Grosso do Sul.” Presidência da Assembleia e legado - Ao falar sobre sua gestão na Assembleia Legislativa, Gerson Claro destacou a condução institucional baseada no respeito. “Nós temos construído um relacionamento baseado no respeito, respeito ao mandato do parlamentar, respeito às diferenças de opiniões.” Ele afirmou que tem procurado separar o papel institucional de presidente do posicionamento político individual. “Procurando separar muito o que é o exercício da presidência do exercício do meu posicionamento político. A presidência, ela tem que atender todos os deputados indistintamente.” Entre as ações administrativas, citou o avanço na transparência, especialmente em relação às emendas parlamentares. “Nós já somos ouro em transparência, não só na transparência dos gastos da Assembleia, mas também com emendas.” Segundo ele, a Casa investe na criação de um portal específico para acompanhamento das emendas e protocolo de processos. Na infraestrutura, listou obras realizadas com recursos do próprio orçamento do Legislativo. “O governo não pôs um real a mais do que o nosso orçamento. Não é um dinheiro extra.” Ele mencionou a construção de refeitório para servidores, ampliação de estacionamento com mais de 600 vagas e o projeto de um novo plenário para marcar os 50 anos da Assembleia em 2027. “Em termos de estrutura, a gente fez agora em três anos o que tava muito tempo para fazer.” Também destacou a abertura da Casa à população. “A própria Assembleia, ela mudou muito a cara. A gente abriu bem a Assembleia”, disse, citando eventos, audiências públicas com melhor estrutura e atividades no Parque dos Poderes. Outro ponto foi a realização de concurso público após dez anos. “Nós temos 80 vagas, quase 20 mil pessoas inscritas.” Além disso, afirmou ter promovido melhorias no plano de cargos e carreiras e na remuneração por qualificação e desempenho. “A Assembleia melhorou, estimulou a participação das pessoas, dos servidores para melhorar a qualificação, melhorar o salário, melhorar o pagamento pelo desempenho.” Definição até abril - Apesar da possibilidade de disputar o Senado, Gerson Claro reafirma que sua candidatura natural hoje é à reeleição como deputado estadual. “Nós construímos isso. Mas eleição é eleição, você disputa.” E completou com uma metáfora sobre o tempo político: “Data de eleição não é hora de plantar. A gente fala que essa hora, quem fez, fez. Quem não fez, não faz mais.” A decisão sobre eventual candidatura ao Senado, porém, precisa ocorrer em curto prazo. Até 5 de abril, segundo ele, o cenário deve estar definido. Depois disso, garante que seguirá no projeto já estruturado para a Assembleia, mantendo como foco central a reeleição de Riedel e a eleição de Reinaldo Azambuja ao Senado.  














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