O ano era 2004. O Brasil,
que vinha de uma crise no fornecimento de eletricidade, inaugurava um formato de sucesso na compra de energia: leilões organizados pelo governo federal para contratar a longo prazo usinas já existentes e construir novas plantas -tudo bancado pelo consumidor. Mas 12 anos depois, com
matriz elétrica e mercado de energia já mudados, especialistas começam a discutir a possível remodelagem desses certames.
Leia mais (03/01/2026 - 16h10)