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Secretário pede trégua e pacto pela saúde na Capital

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Em audiência pública na Câmara de Vereadores de Campo Grande para discutir os serviços de saúde na Capital, o secretário Marcelo Vilela, defendeu que a situação exige reorganização nos serviços e a crise mais recente, no final de 2025, com o risco de paralisação de atendimentos na Santa Casa, pode ser vista como “uma oportunidade de rediscussão, reorganização e transparência.” O encontro foi chamado pela vereadora Luiza Ribeiro (PT), única da Casa presente, e os compromissos defendidos por Vilela fizeram a parlamentar aceitar uma trégua em sua defesa de uma intervenção do Estado na saúde municipal. “Nós chegamos ao final desta audiência com um compromisso de, nestes 90 dias, acompanhar a gestão em Campo Grande junto com o Conselho Municipal de Saúde, junto com o fórum das entidades do SUS, para ver se melhora, se avança, ou se vamos insistir nesta intervenção.” Usuários, servidores públicos e representantes de hospitais participaram do debate. O secretário, que assumiu a pasta municipal na virada do ano, após meses sem titular, apontou que deve formular um elenco de prioridades para melhorar os serviços até maio. Ele disse que quer atuar de forma transparente, inclusive indo à Câmara para prestar contas aos vereadores. Vilela nominou alguns desafios, como o fornecimento ininterrupto de medicamentos e insumos a diabéticos, ao público em geral, a oferta de uma rede de atendimento mais estruturada, garantia de leitos para urgência e a elevada demanda de judicialização da saúde. “Tudo isso são desafios de quem está na saúde pública.” Sobre a defesa da vereadora de uma intervenção, o secretário apontou que a simples mudança de gestão sem oferta de mais investimentos não solucionaria problemas. “Antes dela, talvez possamos fortalecer um plano de ação entre município, Estado, União, hospitais contratualizados e o Conselho Municipal de Saúde. Intervenção sem aumento de financiamento pode não resolver. Mudança de gestão sem reorganização estrutural pode apenas deslocar problemas.” Ele ainda apontou a complexidade do problema, que não comporta “solução simples”, sustentando que somente um pacto poderia aperfeiçoar os serviços. “Eu, como gestor de saúde, proponho um pacto institucional aqui com os entes, com todas as pessoas. Estou abrindo a secretaria, já falei com o Ministério Público, já falei com a Defensoria.” Luiza apontou situações precárias, como falta de medicamentos, limitação em serviços odontológicos e descumprimento de decisões judiciais sobre fraldas e remédios, mas admitiu que o secretário precisa do tempo para reorganizar os serviços. Dupla regulação – A gestão dos serviços hospitalares e encaminhamento de doentes também foi foco de debate na audiência pública, especialmente porque a Capital concentra serviços especializados e prevalece a rotina de cidades do interior enviar doentes para atendimento nas unidades geridas pela Prefeitura de Campo Grande, que tem a gestão plena do SUS.  No ano passado, o Governo do Estado assumiu a gestão dos recursos para o HR (Hospital Regional), fazendo repasses diretamente e não pelo teto da Prefeitura, além de também entrar na regulação de doentes para a instituição, gerando preocupação de falhas ou duplo encaminhamento. Isso não afetou o volume de atendimentos, segundo o diretor-geral, Paulo Eduardo Limberger. Ele foi questionado se o hospital tinha saído da rede de urgência e emergência, o que negou, lembrando que essa foi uma decisão do Humap (Hospital Universitário Maria Aparecida Pedrossian), com autorização judicial, para poder se dedicar à sua função de hospital-escola do curso de Medicina da UFMS "A gente recebe pedidos de regulação tanto municipais quanto estaduais", assegurou, mencionando ainda que continuam recebendo pacientes diariamente, como gestantes, que são encaminhadas diretamente e as grades em que são referência no atendimento não mudaram. Ele apontou que o setor de trauma tem a Santa Casa como referência, e ainda assim eventualmente o HR recebeu doentes quando o hospital enfrentou crise.














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