No conjunto de
18 romances que publicou -do inaugural "O Ventre", de 1958, ao praticamente desconhecido "A Morte e a Vida", de 2007, feito de encomenda-,
Carlos Heitor Cony tinha um filho preferido. Apesar de visto como patinho feio,
"Pilatos", de 1973, era soberano, desfilava sem concorrentes na galeria de afetos do autor.
Leia mais (03/12/2026 - 04h00)