Em uma manhã de 1971, Leonardo Slhessarenko disse a sua então esposa, Serys, que acreditava que não voltaria para a casa ao fim do dia. A pressão sobre ambos já atingira o ponto de não retorno: sua casa já havia sido invadida duas vezes; livros, destruídos; poltronas, rasgadas.
Leia mais (03/13/2026 - 19h55)