É grande a tentação de falar sobre o total desconcerto de
Donald Trump durante esta
nova guerra que ele inventou e que todos os dias tem três ou quatro justificações novas e contraditórias. Mas
morreu Jürgen Habermas, e mesmo numa época como a nossa, convém ter um certo sentido das proporções: falar da loucura de Trump é chover no molhado. Já Habermas abrangia, como filósofo, uma era inteira -a nossa, que vai do pós-guerra até ao início do século 21.
Leia mais (03/17/2026 - 23h00)