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Mulheres na liderança

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Em muitas instituições, ocupar lugares de liderança, principalmente para mulheres e para aquelas que nem sempre tiveram oportunidades de se destacar sem a indicação de alguém em posição hierarquicamente superior, exige não apenas preparo técnico, mas também disposição para aprender continuamente, lidar com situações complexas e assumir responsabilidades que nem sempre são visíveis para todos. Sou formada em Secretariado-Executivo, e mestra em Gestão de Políticas Públicas. Desde o início da minha trajetória profissional, aprendi que o papel de uma secretária-executiva, e de quem atua na gestão pública, vai muito além das tarefas administrativas tradicionalmente associadas à função. É também sermos o braço direito, esquerdo, a mão, o pé e, às vezes, até a cabeça do dirigente máximo da instituição. Na prática, somos quem ajuda a organizar, articular, conectar informações e facilitar o fluxo dos processos para que decisões complexas possam ser tomadas de forma mais clara e eficiente. Mesmo não sendo a gestora titular do cargo da Secretaria dos Órgãos Colegiados (SOC), pois a estou substituindo, a oportunidade de assumir essa responsabilidade por um período mais prolongado tem me permitido vivenciar, na prática, aquilo que muitas vezes aprendemos primeiro na teoria, mas cuja dimensão só se compreende plenamente na experiência cotidiana do trabalho. Para quem não conhece, a SOC é responsável por prestar assessoramento técnico-administrativo à reitora no âmbito das reuniões dos colegiados superiores da Universidade e de determinadas câmaras. Esses colegiados são fundamentais para que as políticas institucionais estejam alinhadas ao que determina o Estatuto e o Regimento Geral da UnB. A secretaria integra uma das assessorias vinculadas ao Gabinete da Reitoria e desempenha um papel importante de assessoramento. A atuação da SOC favorece a transparência, a eficiência e a segurança administrativa dos processos decisórios, contribuindo para o fortalecimento da governança institucional e para a legitimidade das decisões adotadas no âmbito dos colegiados superiores da Universidade. Nesse novo dia a dia, percebo que o meu trabalho na Secretaria dos Órgãos Colegiados vai muito além das atividades técnicas, como elaborar atas, acompanhar processos ou organizar a composição dos colegiados e reuniões. Trata-se de um ambiente dinâmico, cheio de desafios e de situações que muitas vezes não têm respostas imediatas. Nesses momentos, faço questão de buscar as informações necessárias, dialogar com diferentes setores e encontrar caminhos para responder da melhor forma possível. Ao longo da minha experiência na SOC, reflito sobre como muitas funções estratégicas dentro das instituições públicas acontecem de forma silenciosa e nos bastidores. Nem sempre quem está de fora percebe a quantidade de articulações, análises e cuidados que existem para que uma reunião aconteça, para que uma decisão seja formalizada ou para que um processo institucional siga seu curso de maneira adequada. Essa vivência, além da minha atuação típica no trabalho, tem reforçado em mim a ideia de que a liderança nem sempre aparece apenas nos cargos mais visíveis. Muitas vezes, ela também se manifesta no trabalho de articulação, organização e apoio que sustenta o funcionamento das instituições. Ser essa ponte, independente do cargo que se ocupa, tem reforçado uma experiência profundamente significativa na minha trajetória profissional dentro da Universidade de Brasília. (*) Aline Izabel Tolentino de Andrade é secretária-executiva em exercício na Secretaria dos Órgãos Colegiados da Universidade de Brasília (SOC/UnB).














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