Não passou do previsível a rejeição, pelo
Senado, do nome de
Jorge Messias, atual chefe da
AGU (Advocacia-Geral da União), para a vaga do
STF (Supremo Tribunal Federal), após
132 anos da primeira recusa, ocorrida durante o governo de
Floriano Peixoto. Ontem, como hoje, as tensões públicas, sem dúvida, aliadas à polarização política, cristalizam o cenário nacional, alimentando um clima de efeitos catastróficos, tanto prejudicial para o Brasil do século 21 quanto foi para o de 19.
Leia mais (05/06/2026 - 17h15)