Falemos do que deveria ser óbvio. Eu sei que você não desembolsa o seu dinheirinho suado para assinar esta
Folha e ter de ler o óbvio, mas o uso do futuro do pretérito na primeira frase serve para indicar que as pessoas continuam esperneando contra obviedades bastante relevantes, feito alguém que quer te convencer de que, veja bem, o céu na verdade é lilás com bolinhas brancas, e não azul.
Leia mais (09/05/2026 - 07h00)