11 coisas que as pessoas que vivem com rosácea querem que você saiba
Não são apenas as bochechas rosadas.
Sou a Lex Gillies. Sou uma blogueira de beleza e tenho rosácea.
Mas o que diabos *é* rosácea? Deixe-me explicar. Falei com o Dr. Anjali Mahto, dermatologista e porta-voz da British Skin Foundation, para oferecer a minha experiência em primeira mão e também o ponto de vista de um profissional sobre a doença e como controlá-la.
Lex Gillies
Certas pessoas têm uma tendência maior a ter rosácea.
A rosácea apareceu em mim pela primeira vez aos 21 anos. Sempre tive bochechas vermelhas e ruborizava facilmente, mas com o passar do tempo a vermelhidão tornou-se mais severa, especialmente em certas ocasiões: quando eu bebia álcool, após me exercitar e quando ficava muito estressada. Minha pele ficava extremamente quente e com coceira, quase como naquelas alergias causadas pelo calor, e levava horas ou às vezes dias para aliviar.
Aparentemente um princípio de rosácea tão precoce é raro, como o Dr. Anjalo Mahto me disse: ela "afeta mais frequentemente indivíduos com idades entre 30 a 60 anos. Geralmente é mais comum em mulheres e se apresenta como uma vermelhidão facial, que costuma ser intermitente no início mas que pode tornar-se permanente com o tempo. A rosácea tende a afetar pessoas com pele clara, olhos azuis ou origem celta".
Ninguém sabe ao certo qual a causa.
Há muitas teorias: vasos sanguíneos mais fracos que dilatam mais facilmente do que deveriam; causas genéticas; ácaros minúsculos vivendo no seu rosto *medo*. Mas, atualmente, ninguém tem certeza sobre a causa da rosácea. Você pode ler mais sobre a pesquisa atual que investiga possíveis causas AQUI.
Apesar da maioria das pessoas nunca ter ouvido falar na rosácea, ela é bem comum. Um porta-voz da British Skin Foundation explicou que "o NHS (serviço público de saúde britânico) estima que aproximadamente 1 em cada 600 pessoas são diagnosticadas com rosácea todos os anos no Reino Unido".
Atualmente, não há cura.
Receber o diagnóstico de uma doença dermatológica no rosto já é assustador, mas descobrir que não há cura torna tudo bem mais difícil de lidar. Felizmente há formas de controlar a doença e limitar seus efeitos.
Tenho várias dicas no meu blog, que você pode encontrar AQUI, incluindo aconselhamento sobre mudanças que você pode fazer nos seus cuidados com a pele do rosto, no seu estilo de vida, na sua dieta e na sua mentalidade que realmente ajudam. Algumas são mais difíceis que as outras (cortar o álcool e os laticínios foi bem traumático...) mas os resultados tornam essas escolhas bem mais fáceis de lidar.
